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COVID-19 e os pets

Estamos enfrentando momentos de tensão. O mundo todo está assustado e apreensivo com a disseminação do Covid-19. Muitas pessoas infectadas, alto número de mortes registradas, isolamento social e economia em declínio. São muitos os efeitos do Coronavírus, e além de tudo isso, ainda restam muitas dúvidas por parte da sociedade. Os tutores de pets, por exemplo, mostram-se amedrontados com uma possível transmissão humano-animais e vice-versa. Mas afinal, cães e gatos podem contrair e transmitir o Coronavírus?

A boa notícia é que não, esse risco não existe. Até o momento, não há evidências de que os pets possam ser infectados pelo Coronavírus, nem que sejam capazes de transmitir a doença. Essa informação está sendo divulgada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O IDEXX – laboratório líder mundial em diagnóstico veterinário, realizou um teste que não apresentou casos de COVID-19 em animais de estimação. No experimento, milhares de cães e gatos foram testados negativos para o vírus COVID – 19. Esses resultados são consistentes com opiniões de especialistas de que o vírus é transmitido principalmente de humano para humano.

Sobre a polêmica recente de um cão diagnosticado em Hong Kong, os especialistas explicam que foi detectada a presença do agente, porém, ele não desenvolveu a doença clínica, apresentando um nível baixo de infecção. O caso ainda está em investigação e o animal permanece em quarentena. Tudo indica que houve uma contaminação ambiental ocorrida pelo contato próximo do cão com seu tutor, que estava contaminado com o Covid-19.

O médico veterinário Dr. Fabiano Miranda, explica que como trata-se de um vírus novo, estudos e pesquisas estão em desenvolvimento. “Tudo ainda está muito obscuro e o mundo inteiro está atrás de certezas. Precisamos aguardar e acompanhar os boletins oficiais em que os clínicos veterinários de todo o mundo se baseiam”.

Saiba como cuidar do seu pet nesta época de pandemia:

  • Caso você, tutor, esteja infectado pelo Covid-19, evite contato com o seu animal doméstico, assim como deve fazer com as pessoas do seu convívio. Se não for possível se isolar do seu pet, utilize luvas e máscaras e lave as mãos antes e depois de cuidar dele.
  • Reforce ainda mais as práticas de boa higiene ao manusear e cuidar de animais! Lave as mãos antes e depois de tocar nos pets, seus alimentos ou recolher fezes e urina. Os locais onde o animal fica e faz suas necessidades fisiológicas devem ser higienizados diariamente, assim como seus objetos.
  • Neste momento, diversas medidas estão sendo tomadas para conter os avanços do Coronavírus, por isso, o distanciamento social é o mais indicado, mesmo no caso dos pets. A recomendação é manter os animais em casa, assim como o indicado para os humanos.
  • Se o pet apresentar qualquer sintoma ou alteração comportamental, entre em contato imediato com um veterinário. Ele irá orientar sobre a necessidade de levar o animal à clínica, e caso o procedimento seja necessário, o profissional poderá preparar uma área de isolamento para recebê-lo no espaço.
  • Seu pet insistiu muito e você deu uma voltinha com ele? De volta em casa, é hora de desinfetar as patas, e pra isso, um bom banho com os produtos que ele já está adaptado.
Saiba mais!
Os animais têm seu próprio coronavírus

Cães e gatos têm os seus “próprios” coronavírus, que são conhecidos há décadas e não são transmitidos para humanos. O coronavírus canino, que pode causar diarreia leve a moderada, e cuja doença se denomina coronavirose, e o coronavírus felino, que pode causar a chamada peritonite infecciosa felina (PIF), ambos alfa-coronavírus. Esses coronavírus não estão associados ao atual surto de coronavírus que vem afetando os humanos. Para proteger os pets desses vírus espécie-específicos, é indicada a imunização dos animais com as vacinas disponíveis no mercado, respectivamente para cães e gatos.

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Petspot: a solução na palma da mão

A tecnologia tem se mostrado cada vez mais, uma aliada para a solução de problemas que envolvem a sociedade e o ambiente em que vivem. O abandono de animais nas ruas e sua procriação é uma dessas problemáticas que todo o Brasil enfrenta, muitas vezes sem recursos e apoio do governo. Infelizmente. Principalmente, porque trata-se de um assunto que é considerado saúde pública e afeta diretamente a qualidade de vida desses animais. Mas, felizmente, apesar desse quadro de descaso, surgem iniciativas inovadoras que podem sim, contribuir para uma mudança de cenário e cultura.

É exatamente o que propõe o Petspot, muito mais do que uma plataforma para pets, e sim, uma comunidade movida por amor e que tem como objetivo tornar a sociedade mais segura, confortável e acessível para todos os pets do mundo. Trata-se de um aplicativo lançado em abril deste ano e que já teve mais de 8.000 cadastros no App nas versões Android e iOS e em seu Website. Nele, é possível procurar ou divulgar cães e gatos desaparecidos nas ruas, cadastrar animaizinhos encontrados e até adotar ou colocar para adoção, caso necessário. O melhor de tudo é que os pets abandonados nas ruas podem ganhar um novo lar e família, graças à criação desse aplicativo.

O Petspot funciona em todo o país, mas os animaizinhos cadastrados se concentram na Grande São Paulo, região em que a divulgação de boca a boca teve mais força e, inacreditavelmente, 9 milhões de animais foram abandonados e 500 foram furtados ou roubados dos seus donos, segundo registros não oficiais (em 2018?). “O grande problema é que o país não dispõe de registros oficiais da quantidade de animais desaparecidos, isso acontece devido a pulverização dos dados e também pelo descaso das autoridades para com os animais”, explica Henrique Favery, sócio-diretor da Buu Digital e um dos criadores do aplicativo. A segunda e nova versão do Petspot trouxe novas funcionalidades para quem utiliza o app. Agora, não é mais necessário baixar o aplicativo para fazer uso da plataforma, basta acessar o site para localizar um animalzinho próximo ao CEP informado pelo usuário, que também pode cadastrar ou conferir os animais que estão à espera de um novo lar por meio das ONGs parceiras. Além disso, assim que um pet é cadastrado para adoção, todos os usuários e ONGs registradas na base de dados próximo à localização recebem a informação, tudo em um clique e em tempo real.

Mais que usuários, o Petspot busca acolher a todos em uma verdadeira comunidade: os Petspotters, assim são chamados os guardiões que estão nas ruas e colaboram nos registros dos pets perdidos e encontrados. Sua contribuição pode estar na palma da mão. Por isso, acesse: www.petspotapp.com

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Nesta quarentena, cuide de você!

Cuidar do próximo é importante e necessário, principalmente em épocas como a que estamos vivendo. O momento pede compaixão e zelo. Mas já parou pra pensar que antes de tudo, devemos cuidar de nós primeiro? Da nossa saúde física, mental e espiritual? Porque em tempos de Covid, quando cuidamos de nós, estamos cuidando também do outro.

Confira as dicas Petspot de cuidados para a quarentena!
Aproveite a companhia do seu pet.

Quem tem um animalzinho em casa, sabe de todo o amor que ele transmite para os donos. A alegria e o companheirismo que um cachorrinho ou gato demonstra, faz qualquer pessoa esquecer (nem que seja por alguns minutos), o isolamento, a solidão e o momento tenso que estamos vivendo. Você não tem um pet? Que tal adotar um? No app Petspot, há vários animaizinhos cadastrados à espera de um novo lar.

Durma bem! Seu cachorro pode te ajudar nisso.

Boas noites de sono ajudam a equilibrar os hormônios e a saúde do corpo, você deve saber disso. O que talvez não saiba, é que o cão pode ajudar na qualidade do sono das mulheres. Um estudo feito por pesquisadores do Cansius College, de Nova York, revelou que as pessoas do sexo feminino que dormem com cães têm melhor qualidade de sono e descansam melhor. O estudo, que avaliou 926 participantes adultas e publicado na revista Anthrozoös, mostrou que as mulheres que dormiram na companhia do animal de estimação tinham um sono adequado, acordavam mais cedo e se sentiam mais seguras.

Ofereça carinho ao seu animal e reduza o hormônio do estresse.

Um estudo sueco indicou que brincar e acariciar cães entre 15 e 30 minutos por dia reduz significativamente os níveis de cortisol dos donos. O cortisol é um hormônio que quando bem equilibrado, ajuda a controlar o estresse, reduzir inflamações e aumentar a imunidade. Em resumo, o simples fato de fazer carinho em seu pet pode trazer todos esses benefícios a sua saúde!

Tome sol!

20 minutos de sol, todos os dias, ajuda a elevar os níveis de vitamina D no organismo, o que aumenta consideravelmente a imunidade. E não precisa ter um super clube pra isso. Encontre um cantinho onde o sol entra em sua casa e desfrute desse bem precioso!

Evite leite, açúcar, trigo e industrializados

Mais do que nunca, seu organismo precisa estar forte e imune, e por isso, a importância de redobrar os cuidados com a alimentação.

Tome água!

Hidrate-se sempre. Não espere a sede chegar para lembrar de tomar água.

Mantenha suas doses diárias de suplementos vitamínicos.

Caso ainda não faça uso, consulte um bom médico.

Aproveite este tempo com seus familiares.

Faça uma receita, conte histórias para seus filhos, reveja os álbuns de fotos da família, invente brincadeiras novas, faça chamadas de vídeos com os familiares que estão mais distantes.

Desligue a TV!

É importante estar informado sobre os fatos que envolvem o Coronavírus, mas não deixe que as notícias estarrecedoras sufoquem o seu dia e suguem a sua energia.

Eleve o seu astral

Leia um bom livro, ouça uma música que você gosta, faça exercícios físicos, vídeos chamadas para quem você gosta.

Ajude alguém que esteja precisando

Há várias formas de ajudar alguém. Desde fazer compras para um idoso até doar para campanhas específicas ou simplesmente ajudar uma família que você conhece e sabe que precisa.

Faça uma meditação e uma oração

Mais do que nunca, conecte-se com sua espiritualidade.

Não se cobre tanto

Se não quiser, não se sinta pressionado a fazer algo só porque todos estão fazendo. Respeite seu tempo, suas prioridades, suas vontades.

Tire uma lição do que estamos vivendo.

Pense nos motivos que nos trouxeram a este cenário. “Como estou reagindo diante de tudo isso?” “O que aprendi?” “Como posso contribuir?” “No fim desta pandemia, serei uma pessoa melhor?”

Por fim, se puder, #FIQUEEMCASA
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Cuidados em dias quentes

Estamos no verão, época de volume intenso de chuvas, mas também de altas temperaturas registradas nos termômetros. E quando se fala em calor, além dos humanos, os pets também sofrem com os efeitos do sol. Não é frescura! Os cuidados com os animais precisam ser redobrados nesta época do ano. O veterinário amigo do Petspot, Caio Padilha, fala sobre o assunto. Veja abaixo.

O cão ou gato que possui origem de países frios sofre mais com o calor

Raças desenvolvidas ou que tiveram sua geração em países frios são mais peludos e possuem a pelagem mais espessa, por isso, eles são preparados para o frio. Como o Brasil é um país tropical, esses animais geralmente têm mais sensibilidade às altas temperaturas, e sim, eles sofrem com o calor. “O Spitz Alemão e o Shih Tzu são algumas dessas raças que foram trazidas para o Brasil e que têm uma sensibilidade maior ao calor”, explica o veterinário Caio.

Sinais que os animais apresentam quando estão passando calor

GATOS

  • Eles salivam mais, se lambem mais, podem procurar cantos mais frescos da casa, esticar as patas ou colocá-las pra cima para ficarem mais no azulejo e assim, dissiparem um pouco do calor.

CÃES

  • Mostram-se mais ofegantes e inquietos, algumas raças tendem a deitar com a barriga pra baixo. Em locais onde tem solo, eles cavam para terem uma terra mais fresca e deitarem ali. Geralmente, os cães também procuram os locais mais frescos da casa, podem permanecer em frestas de quartos que possuem ar condicionado ou em frente ao ventilador. “No cachorro, é mais comum a língua pra fora quando ele está com calor. O cão não perde temperatura por transpiração, e sim, pela respiração. Ele faz uma hiperventilação para perder o calor, então toda vez que ele está se sentindo quente, ele tende a ter uma dispneia, ou seja, ele vai respirar mais rápido e ofegante e tende a tirar a língua pra fora, que é uma forma dele perder calor”, conta Caio Padilha.

Dicas do Veterinário

  • Deixe seu animal abrigado em ambiente arejado e ventilado, desabrigado do sol e com bastante sombra disponível;
  • Não deixe seu pet em cômodos fechados. Assim, ele tem a liberdade de procurar um lugar mais fresco, se preciso;
  • Sempre mantenha água fresca para o seu cãozinho ou gato. Uma dica: Coloque gelo na água para que ele possa perder um pouco do calor corporal e se refrescar;
  • Se tiver condições, deixe seu pet em ambiente com ar condicionado ou ventilador ligado;
  • Cuidado com as patinhas no asfalto quente! Para evitar risco de lesão, caminhe com seu animal logo pela manhã, além da temperatura ser mais amena, seu pet vai iniciar o dia com uma atividade física e isso ajudará a reduzir a ansiedade dele durante o dia. Caso não seja possível, opte pelos passeios no final da tarde ou à noite.
  • Todo animal gosta de passeio, então mesmo você tendo uma casa muito grande, um passeio com o tutor sempre é recomendado, porque além de prazeroso, ele pode fazer as necessidades dele na rua. Mas lembre-se: leve sempre um saquinho para recolher as fezes do seu animal.
  • Encontre o horário ideal para a caminhada com seu pet. Se você tem horário disponível somente às 12h, leve-o em um lugar que tenha grama, árvore e sombra e que não seja no asfalto, assim você não prejudica o seu bichinho. Pode ser uma praça perto de casa, um bosque, clube.

Sempre tenha cuidado com o animal pensando como se fosse pra você. Se você sente calor, ofereça ao seu gatinho ou cão tudo o que eles precisam: muita água e sombra fresca. “Tudo o que possa amenizar o calor animal, assim como se fosse pra você, para um humano, você pode trazer isso para o animal também”, conclui Padilha.