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Adotar um pet é um ato de Amor

Depoimento de uma tutora

Olá pessoal,

Eu sou a Daniela, redatora do nosso querido blog Petspot. Mas podem me chamar de Dani, eu prefiro. Hehe!

Estou aqui pra contar pra vocês a minha história de adoção responsável. Eu sou mãe de um pet lindo e adorável, o Floquinho…

Antes de tudo, quero dizer que nunca é tarde. MESMO! Eu nunca tive um animalzinho, nem gato, nem cachorro, nem ao menos um passarinho. Sempre fui indiferente aos bichinhos e confesso que não entendia esse apego dos humanos a eles. A verdade é que a gente só entende mesmo depois que tem um amorzinho pra chamar de NOSSO. Meus pais não eram apegados a animaizinhos. Não sei se é por isso, mas cresci assim. Mas que sorte a minha ter mudado de opinião…

Construí minha própria família. Sou casada e mãe de dois. Somos muito felizes e até então, achava que nossa vida estava completa, mas hoje, sei que faltava o nosso peludinho. Acredito que nada é por acaso, então, ele viria de qualquer forma para fortificar o nosso amor e trazer ainda mais alegria e companheirismo. Estava escrito!

Em 2019, o Floquinho chegou em nossas vidas, ou melhor, em nossa casa. Ele estava vivendo nas ruas, talvez tenha sido abandonado, não sabemos ao certo. Apesar de muito magro, com a orelhinha cortada e uma anemia severa aliada a outras doenças, ele tinha um olhar doce e amoroso. Parecia até que dizia com os olhos: escolhi vocês!

Eu, que aos 37 anos, nunca tinha pegado um cachorrinho no colo, tive que aprender tudo do zero: alimentação, banho, adestramento, vacinas, brincadeiras e muito mais. Um novo mundo estava a minha espera. Foi preciso cuidado, adaptação. E aos poucos, o amor foi só crescendo, mais e mais.

Alguns podem pensar que adotar um peludo bonito e de raça é fácil. Todos querem. Mas foi muito além disso. O Floquinho precisava de amor e nós estávamos prontos para essa missão.

Por isso, eu digo: adote! É a melhor coisa que você pode fazer na vida…

Dani Oliveira

Oi! Eu sou o Floquinho…
Eu, aos 37 anos, pegando o meu primeiro cachorrinho no colo. NUNCA É TARDE!